Linha de Passe – Esfria…


Bom, eu disse que ia falar sobre o Linha de Passe no neste post. Mas o fato é que passadas menos de quarenta e oito horas da sessão o filme já caiu fora da minha cabeça quase que totalmente. Assim, a “story about four brothers from a poor family who need to fight to follow their dreams” simplesmente não me parece ser suficientemente relevante para ganhar um post como o do Diários que eu mencionei ontem, então vou resumir:

Linha… é o novo filme do Walter Salles, dirigido também por Daniela ´quem´ Thomas e roteiro de Bráulio Mantovani, que é o cara que escreveu Cidade de Deus (já ouviu falar?). O filme foi bem aplaudido em Cannes (foi o que disseram) e levou o prêmio de melhor atriz pela atuação de Sandra Corveloni (ahm?). Então, mas o filme fala sobre religião, futebol e o cotidiano da família da personagem interpretada pela Sandra, mãe de quatro filhos sem pai, grávida de mais um. Algumas boas piadas, alguma enrolação, draminha bem feito,  um ótimo trabalho com os atores. Filme seguro, sensível e competente, mas um tanto quanto irrelevante. Pode valer também uns pontos a mais para fãs de filmes ambientados em Sampa City, que como eu adoram ficar apontando esquinas conhecidas. Ah sim, o Rogério bate uma falta pra fora contra o gol do Corinthians. Talvez por isso eu não tenha gostado tanto. Talvez.

Enfim, sigo na espera do blockbuster-do-ano-pós-Batman. Vai ser difícil, mas eu boto uma fé em caras como Oliver Stone. O cara vai mandar mais um “filme de presidente” e escolheu um dos mais pitorescos de nosso tempo: George W. Bush. A coisa toda sai nos EUA em 17 de outubro, três poucas semanas antes da eleiçao presidencial de 4 de novembro. Importante, mas não tão legal quanto Righteous Kill, que é só o novo filme De Niro + Pacino. Basicamente eles estão assumidamente passados e vão correr atrás de um serial killer ao som de Rolling Stones. Não, o Cinemark ainda não tá vendendo.

Ainda tem o novo do Edward Norton (meio policial, meio drama, meio clichê) e o tal do Body of Lies. Esse aí promete Di Caprio e Russel Crowe num filme de espionagem dos bão, com correria, tortura e violência. Parece mesmo que o Di Caprio ficou maluco e resolveu rodar um filme atrás do outro: já tem prontos Shutter Island e Revolutionary Road, está cotado para um tal de Akira (clique para acreditar) e parece confirmado para The Rise of Theodore Roosevelt. Ah sim, não sei se é relevante, mas no Body of Lies o cara vai caçar um certo chefão da Al Qaeda sob as câmeras de Ridley Scott.

Então, dois mil e oito tá longe de acabar. E daqui dois dias eu nem vou lembrar quem é Sandra Corveloni, ainda mais depois da “cegueira”…

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