Placas que nunca gostaríamos de ter visto – 17
É isso aí, Padre REGINALDO ROSSI!!!!!! Hahahahahahahahaha!!!

Padre Reginaldo Rossi???? "Garçon, aqui nessa paróquia, você já cansou de escutar, centenas de casos....."
Via Facebook/Luis Gremaschi
É isso aí, Padre REGINALDO ROSSI!!!!!! Hahahahahahahahaha!!!

Padre Reginaldo Rossi???? "Garçon, aqui nessa paróquia, você já cansou de escutar, centenas de casos....."
Via Facebook/Luis Gremaschi
Inacreditavelmente, nunca tinha ouvido falar desse site: http://machado.mec.gov.br
Vi na televisão que as lojas bacanas estavam vendendo adoidado roupas ricas para as madames vestirem no reveillon. Vi também que as casas de artigos finos para comer e beber tinham vendido todo o estoque.
Pereba, vou ter que esperar o dia raiar e apanhar cachaça, galinha morta e farofa dos macumbeiros.
Pereba entrou no banheiro e disse, que fedor.
Vai mijar noutro lugar, tô sem água.
Pereba saiu e foi mijar na escada.
Onde você afanou a TV, Pereba perguntou.
Afanei, porra nenhuma. Comprei. O recibo está bem em cima dela. Ô Pereba! você pensa que eu sou algum babaquara para ter coisa estarrada no meu cafofo?
O que tem a ver aprender inglês e mulheres nuas?
Para a Secretaria da Educação de São Paulo tem tudo. O fato rolou essa semana.
Basicamente, um livro de ensino médio para o aprendizado de inglês foi distribuído com uma url para o site www.newsonline.com. Até ai tudo bem. Só que o link em questão, não se sabe se foi erro tipográfico, se foi um exemplo inventado, ou se o site mudou o conteúdo, mas o referido link te encaminha para o site de notícias Naked News.

Ohh Yeah!!!! Notícias da melhor forma para o público masculino. Dane-se o canal FX....
isso é canal pra macho.
Veja o detalhe: O site tem cobertura esportiva...
Sim, é isso mesmo que você entendeu: O site de notícias onde as notícias são “dadas” (sem trocadilhos) por mulheres nuas. O site é masculino essencialmente (nada de homens pelados, o que é ótimo!! – pra mim!) e parece que já é razoavelmente conhecido lá fora. olhando melhor, parece que é mentira o que escrevi antes (não apaguei por preguiça). Na Wikipedia tem uma lista de apresentadores homens. mas se esse for um canal sério, eles estarão de terno, sobretudo, e com máscara e luvas: nada exposto
Mas o link da Wikipedia tem mais infos interessantes sobre o canal…
As apresentadoras são variadas, e claro, muito bonitas. mas uma me chamou a atenção: A apresentadora lá do naked news não parece a Dani Suzuki? Pelamordedeus, não estou sugerindo nada, mas elas se parecem, ahh, parecem…
Lily Kwan - Versão "liberada" da Dani Suzuki. Prefiro a versão brasileira.

Dani Suzuki (imagem hospedada na internet): Não parece a apresentadora do naked? Mas a versão pt_BR é muito mais bonita e sensual.
Os livros ja tiveram errata e foram recolhidos. Mas foi bom saber que posso aprender inglês dessa forma estimulante. Segue um videozinho comportado do site, mas vou deixar um LINK (pessoas fracas do coração não devem clicar, e nem deveria estar nesse site, tarado maluco!) para algo mais explícito (malditos sites politicamente corretos que não deixa eu inttegrar vídeos mais picantes neles…wordpress sux, Vodpod sux)
Assim da mais vontade de ficar informado sobre videogame. O programa “Naked Nerd” deve ser interessante..
Muito bom os links dos livros educacionais de São paulo, né?
Confesso que fiquei meio decepcionado com a Bienal do Livro de São Paulo.
Versão curta da história:
Basicamente diria pelo menos 1/3 da feira está ocupada com livrarias cristãs ou livrarias/produtos infantis. Não é que isso seja ruim por sí só, afinal, eles não são culpados por nada, e isso é, provavelmente, fruto de uma realidade de mercado. Mas a impressão é que, com a quantidade de coisas nesses dois segmentos, pareece que faltou um pouco de todo o resto.
Tive a impressão de estar vendo realmente os mesmos livros de 2 anos atrás. Eu, que sou advogado, vi no stand da Saraiva um alento. Ou melhor, esperava ver isso, mas a impressão que deu mesmo é que lançaram algumas coisas novas e MUITOS LIVROS PARA CONCURSOS. O resto, mais do mesmo e uma grande livraria para vender livros. Lançamentos MESMO, poucos.
Revista dos Tribunais? Mesma coisa: Atualiação de códigos, uma coleção simpatica que lembra o “Sinopses” da Saraiva (ou seja, mais concursos) e bom, ou me atenderam mal, ou não vi lançamento algum lá. Mas devo estar errado. Só descobri mesmo, de novidade, o imenso logotipo da Thomson Reuters, o que provavelemente deva ser a maior razão pela fraca presença na feira.
Atlas achei simpatico. Tinha variedade. Confesso que não explorei muito lá por já estar bem cansado de andar na feira. Mas confesso também que desde a ultima bienal, e depois de ter comprado alguns títulos dessa editora, passei a olhar ela com mais carinho, pelo cuidado com os livros e qualidade (material, dos livros e editorial). Mas nada além, é claro, de pelo menos outras 2 coleções voltadas a concursos.
Ou seja, pelo menos outro terço da feira foi ocupada com concursos. Se não chegou a esse terço, a única coisa que rivalizou com os concursos foram as obras de ficção infanto juvenil. Gostou de Harry Potter? Gostou de Crepúsculo? Tem uma s vinte variedades disso lá na feira. E claro, Stephen King (esse é legal…
).
O meu terço de feira na verdade é 30%
(risos). Sobrou outro terço da feira, que simplesmente vou ocupar com editoras que publicam o seu livro e que deixam todo o problema para você.
Dentro de cada terço de 30%, coloque ai editoras que se repetem. Ou melhor, desculpem, livreiros que repetem as editoras. Ou seja, quando falo de Saraiva, falo dela e de todos os stands que vendem Saraiva dentro da feira. Muita gente vende todo mundo lá, em especial os distribuidores de livros e claramente as livrarias do Rio de Janeiro, que apareceram aos montes na feira e parecia a bienal do Rio de Janeiro.
Os ultimos 10% da feira divida como você bem imaginar: Os malas de sempre oferecendo assinaturas de revistas, bancas do tipo “começa tudo a R$1,00″, destaque para o único sebo que eu vi (nao vi se teve outro), que foi o Sebo do Messias. Além disso, coloque ai patrocinadores diversos, rádios, um stand do submarino vendendo um e-reader que confesso que não me chamou a atenção em nada. Todo mundo oferecendo uma plataforma diferente de livro eletrônico ou o que eles chamam disso. Distribuidoras de livros também estão nesse pequeno monte.
Enfim, sinto que faltou algo na feira e mais ainda, sinto que o mercado de livros não está bom. Tem gente querendo reformar a Lei de Direitos Autorais. Espero que reformem para melhorar e auxiliar o mercado (não necessariamente as empresas).
A quantidade de porcaria sem nenhum tipo de filtro foi bem grande que eu vi (e fiz questão de frisar isso no stand de uma editora, sobre alguns títulos dela. Minha crítica foi tão forte que um editor, que estava na feira, pediu meu contato e perguntou se eu estava disposto a fazer leitura crítica das obras – confesso que sim, vamso ver no que dá…). As editoras são um filtro respeitável, ainda que muita gente questione sua utilidade.
Não gostei dessa Bienal, infelizmente.
Esse é um vídeo promocional da nova revolução tecnológica, com padrões internacionais interoperativos. Novo meio de entretenimento. Bem vindo ao mundo de Book. Vídeo legendado em Português.
Faz tempo que não escrevo nada sobre economia aqui no Blog. Esses dias (dia 21/07) eu estava vendo o programa do Jo Soares na televisão e foi um psicólogo lá que tratava de pessoas viciadas em jogos. Claro que isso me interessou, uma vez que, dente todas as minhas funções multimídias (função 01, função 2, função 3 e paro por aqui, por enquanto), eu trabalho com desenvolvimento de jogos.
O psicólogo em questão (chamado Hermano Tavares) tratava de jogos de azar (ou de acaso, que é uma expressão mais correta). Assisti com interesse pois acho que iso poderia ser aplicado ao desenvolvimento de jogos eletrônicos.
Hoje é aniversário da lenda. O Herói do Capitão Nascimento. Chuck Norris.
Segue uma pequena compilação das diversas piadas envolvendo esse homem que virou lenda pela Internet. Parabéns Chuck!
…leitura coletiva de machado de Assis!!
Conheçam o site Mil Casmurros.
A recomendação do site é antiga. Digo, vem tarde, e a culpa é minha. O site foi, ao que entendi, feito como parte do marketing para a minissérie Capitú, produzida pela Tv Globo, que passou ano passado. Se foi ou não, não tenho certeza. Mas é um site bacana. O site é, basicamente, a leitura da obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, por uma série de pessoas, famosos e anônimos, com vídeo e texto.
Vale a pena conferir o site.
Em março desse ano, Obama fez um discurso que arrancou elogios mundo afora. Criticava esquerdistas radicais que se mostravam contra cotas raciais, bradava que o cidadão de hoje não podia ser culpado por erros de gerações passadas e brincava com as palavras, lembrando que é criticado por “negro demais” e ao mesmo tempo por ser “negro de menos”. Prometeu, por fim, enfrentar a questão racial sem alienação.
Obama assume a presidência do maior país do mundo em 20 de janeiro de 2009. Teve uma vitória foi esmagadora. Colocou os democratas no comando supremo dos EUA. E ainda puxou votos que deram o controle dos democratas no Congresso. Pela primeira vez em 232 anos de história, a América tem um presidente cosmopolita, que promete restaurar a imagem dos EUA perante o mundo.
Todos só falam em Obama, todos estão curiosos sobre o futuro da maior nação do mundo, comandada por um senador inexperiente, porém cheio de idéias e com toda a simbologia por trás de sua cor. Até Daniel Craig chegou a afirmar que Obama abriu uma chance para existir um 007 negro nos cinemas. É evidente que tal nível de exposição corre o risco de banalizar o assunto, mas é absolutamente clara que esta é a oportunidade de ouro para a humanidade se dar conta de uma das maiores bobagens de que já se ocupou.
Obama reacende a discussão racial num momento ímpar de difusão cultural. A informação está mais disponível do que nunca para quem quiser ler, entender e aprender. E é tudo mais fácil do que se imagina.
Tomemos o livro“Humanidade Sem Raças?” , assinado pelo bioquímico Sérgio Pena, que trata da questão com uma simplicidade assustadora. Pena advoga simplesmente que “tratar um indivíduo com base na cor da sua pele ou na sua aparência física é claramente errado, pois alicerça toda a relação em algo que é moralmente irrelevante com respeito ao caráter ou ações daquela pessoa”. E mesmo é simples assim.
Não é difícil notar que a dominação branca, da escravização ao apartheid, é uma questão meramente cultural, ou seja, pode ser absolutamente desinventada e sair de moda. Basta acreditar na genética molecular moderna, que atesta a inexistência de qualquer significado biológico para diferenciação de raças. O autor acredita e convence por A+B que cada um de nós tem uma individualidade genômica absoluta, que interage com o ambiente para moldar sua exclusiva trajetória de vida. O livro é de leitura fácil, fluída, desembaraçada.
Autores clássicos internacionais já o fizeram antes, pormenorizadamente, como Stephen Jay Gould. Titular de zoologia em Harvard, Gould é reconhecidamente o mais lido e conhecido divulgador científico da sua geração e uma de suas obras mais interessantes – A Falsa Medida do Homem – é leitura obrigatória para qualquer estudioso do assunto e um ensaio sensacional sobre o racismo científico. O livro é exigente, eis que se presta a um ofício desafiador: denunciar diversas incoerências lógicas de teorias científicas clássicas (algumas das quais ressucitadas de tempos em tempos por oportunistas) e o uso indevido, apesar de por vezes não intencional, dos dados colhidos em pesquisas científicas diversas. Alguns dos deslizes apontados na obra são até hoje freqüentemente cometidos. A conclusão é aterradora.
O assunto é o determinismo biológico (mais aqui), descobrado dentre outros temas em craniometria e quociente de inteligência (o famoso teste de “QI”), muito usados para “ratificar” a superioridade do homem branco ocidental sobre o negro em geral. Gould demonstra como as pesquisas são manipuladas, dolosa ou culposamente, de forma que as classes detentoras do poder pudessem convencer a sociedade de que o fazem porque são superiores às demais, respaldando-se na ciência. Mas o autor não apenas enumera, pelo contrário, argumenta com precisão e segurança, discutindo com classe sobre uma série de assuntos interessantíssimos, que vão da poligenia a antropologia criminal.
O tema é ricamente abordado, com com diversas citações dos cientistas estudados, ilustrações detalhadas, pontos de vista curiosos e lições pontuadas por fatos históricos de pouco conhecimento da maioria das pessoas. Poucos já ouviram falar da esterilização de pessoas consideradas inferiores, realizadas por países como Estados Unidos, Alemanha, Turquia, União Soviética e Dinamarca. Um número ainda menor tem ciência de que muitas dessas atividades ocorreram apenas cerca de meio século atrás. Até menos.
O conhecimento é a chave evolução. Talvez Obama seja mesmo a “mudança na qual podemos acreditar” e possa impulsionar, ainda que não profissionalmente, algum crescimento intelectual das massas excluídas das grandes verdades. Não faz mal sonharmos com uma sociedade mais pluralista, justa e racional, então comemoremos e aproveitemos a onda enquanto ela não morre na praia.
* Nota: “Humanidade Sem Raças?” é publicado pela Publifolha e está a venda na internet. “A Falsa Medida do Homem” tem versão traduzida para o português pela Martins Fontes e é facilmente encontrado nas livrarias brasileiras no momento em que este post é realizado. E sim, podem pedir que eu empresto o meu!
Pois é. Quem pensava que o condado estava definitivamente aposentado na telona pode começar a cogitar mais um reveillon na fila do cinema e arrumar um novo lugar na estante.
Segundo matéria de ontem do Los Angeles Times, a New Line está se esforçando – e muito – para fazer um acordo com Peter e encerrar os processos que o cara move contra a compania desde a época da trilogia do anel. Saindo o acordo, parece bem provável que a adaptação role de verdade. E convenhamos, alguém aí achava mesmo que filmariam o Hobbit sem Peter Jackson?
Fadado a não fazer tanto sucesso quanto a trilogia mais famosa, o filme já está. Primeiro porque não é mais novidade, segundo porque também sabemos que apesar de ser interessante, a aventura está bem aquém da trilogia. Apesar de guardar muito interesse já que explica muito sobre os antecedentes da história principal, a prequel é um pouco mais infantil, tem algumas passagens um tanto quanto complicadas de filmar, enfim, será um desafio e tanto para Jackson. Vamos aguardar…
É assim que o pessoal faz no show dos caras com a bandana na cabeça e trio elétrico?

Bem, mas a verdade é que o Chiclete com Banana que me refiro é de melhor qualidade: A revista.
Eu era um bostinha de apenas 8 anos (em 1985) quando comprei o exemplar número 1 na banca de revista e ela seria um dos pilares em minha vida para minha mudança de personalidade (Devir?) e atitude que já rolava na época (Se eu fosse um pouco mais velho, teria ido no Rock in Rio . Mas fui no Hospital das Clinicas pedir por Diretas e lamentar pelo Tancredo!)
Sempre achei RPM música de viado, odiava a XuXa e meu ódio por ela só não superava o ódio adquirido e cultivado (com muito carinho, respeito e sem perder a ternura) pelos Menudos. E eu escutava Garotos Podres. Isso mesmo, com 8 anos. Musica POP para mim era Camisa de Vênus (que nos tempos atuais o nome do método anticoncepcional ficou só camisinha – tem gente que não sabe o nome nem o sobrenome do “equipamento” anti-AIDS) cantando “Ô Silvia, Piranha!!!!!!!!! Ô sua Puta!”.
Conforme prometido, aí vai o post sobre o polêmico diretor.
É fato que já há alguns anos suas qualidades vêm sendo bastante questionadas e com muita propriedade. Mas será que o véinho é tão ruim assim? O fato é que apesar de alguns de seus filmes mais recentes caminharem entre o chato e o ridículo, a exemplo do citado Número 23 e do famigerado Batman e Robin, o diretor tem sim muito gabarito. Vou lembrá-los do porquê.